O amor
Já faz um certo tempo que tento concluir um pensamento, um texto, uma crônica mais não consigo. Ficam pela metade.
Todas as vezes que escrevi foi pra me completar, me entender, me achar e no momento não preciso de nenhum desses requisitos.
Sempre escrevi sobre a minha tristeza, minha espera, meus medos… Desta vez não tenho nada pra relatar além da felicidade.
Darei então, o melhor de mim.
Desde os meus quinze anos e sessenta dias quis encontrar alguém que mudasse a minha vida completamente, alguém me colocasse a frente de si próprio, alguém com amor de sobra. Andava nas ruas olhando em todas as direções, lia livros de romance, via novelas com amores surreais, via filmes só pra me emocionar, com a esperança de que um dia eu fosse aquela linda mulher por quem o Richard Gere se apaixonou e lhe deu o mundo.
E na procura árdua fui aprendendo, crescendo, me apaixonando, me decepcionando. Encontrei um menino humilde com quem namorei por um bom tempo, e sonhei em casar, ter filhos talvez, mas sonhos são irreais, são fantasias, sonhos são pra serem sonhos. Logo depois me apaixonei de novo e até hoje digo que foi minha pena, pelos erros que cometi, pelas falsas promessas que fiz para meninos de noites, até hoje que foi minha ilusão que me ensinou o que é não é o amor, o que eu não devo fazer, como eu não devo tratar as pessoas, foi quem me ensinou como eu não devo nem quero ser.
E se querem saber… Eu me tornei aquela linda mulher, encontrei meu Richard Gere e eu sei que ele me daria o mundo se pudesse.
E o melhor… Eu descobri o que é o amor. Ele não me coloca à frente dele, me coloca do lado. Para acompanhar suas conquistas, lhe segurar nas quedas e amá-lo em qualquer momento.
O amor é diferente para cada pessoa, uns tem medo que se machucar, outros se ferem nos espinhos desse substantivo, existem aqueles que não sabem viver sem ele e outros que não sabem viver com ele.
Pode ser amor de irmão, de mãe, pai, de amigo, de homem, de mulher… Não importa…
É AMOR…
E é o sentimento mais puro que alguém pode ter, te faz sorrir, chorar, ter dúvidas, certezas, te faz viver.
O meu amor tem nome, idade e endereço.
Marcello não é meu sonho, é meu objetivo. Minha meta de vida.
Com suas estrelas no olhar, seu mar no sorriso, com o mel do seu beijo, a brisa dos seus abraços, os sonetos de suas músicas e os versos de suas palavras.
E por favor… Se apaixonem, amem…. Descubram esse sentimento que te faz escrever textos tolos sem sentido nenhum para quem lê, mas com todos os sentimentos do mundo para quem escreve.
Vinícius Mendes respondeu:
Desde os meus quinze anos e sessenta dias…
Quando li isso lembrei dos dias que passávamos na Catho, escondendo um bloco de notas das chefes para escrever alguns textos sobre a vida, e em especialmente, o amor.
O resultado daquilo tudo foi isso. Textos lindos e que não são necessários sentidos para entendê-lo.
Digo com toda a minha sinceridade, que me sinto muito feliz neste momento por você, Gaby!
janeiro 25, 2010 at 4:14 pm. Link Permanente.